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Escocês considera que o Brasil pode produzir dados de qualidade em farmacoepidemiologia

Escocês considera que o Brasil pode produzir dados de qualidade em farmacoepidemiologia

O escocês Dr. Thomas MacDonald irá participar de duas atividades do XX Congresso Farmacêutico de São Paulo: o painel “Uso de dados de farmacoepidemiologia para tomada de decisão - Experiência internacional”; e a oficina “Como aproveitar ao máximo os dados secundários disponíveis para pesquisa em farmacoepidemiologia no Brasil - Métodos para avaliar a validade e confiabilidade de dados secundários em Farmacoepidemiologia.”

Segundo o especialista, a regulação dos medicamentos muitas vezes se torna difícil devido à falta de dados sobre segurança e eficácia. O Brasil, como país de dimensões continentais, pode ajudar a detectar possíveis eventos adversos graves raros e produzir uma boa ciência regulatória em benefício da saúde pública no Brasil e em outros países.

Dr. MacDonald espera que sua participação nesta edição do XX Congresso Farmacêutico de São Paulo possa ajudar a promover o uso de dados de segurança e eficácia de medicamentos para pesquisas de farmacoepidemiologia no Brasil e no mundo. “Penso que o Brasil está em um caminho ascendente na produção de dados de qualidade em farmacoepidemiologia e, com apoio político, poderá contribuir muito significativamente para a segurança no uso de medicamentos prescritos em todo o mundo”, comentou.

Informações sobre o palestrante

Dr. Thomas MacDonald é professor de farmacologia clínica e farmacoepidemiologia e diretor da Unidade de Monitoramento de Medicamentos (MEMO) e do Centro de Pesquisa de Hipertensão (HRC) da Faculdade de Medicina da Universidade de Dundee, Escócia, Reino Unido.

“O Brasil, como país de dimensões continentais, pode ajudar a detectar possíveis eventos adversos graves raros e produzir uma boa ciência regulatória em benefício da saúde pública no Brasil e em outros países. Professor Dr. Thomas MacDonald - Escócia

Carlos Nascimento
Departamento de Comunicação CRF-SP